quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

AS NOVAS TECNOLOGIAS E AS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM


A educação do século XXI contempla diversas evoluções tecnológicas e mudanças sociais. A constante transformação da sociedade e a agregação de novas concepções de vida, vem refletindo de maneira concisa dentro de nossas salas de aula, traçando uma linha tênue entre a educação corrente e a educação das gerações passadas.
As novas tecnologias são um dos benefícios propiciados por este novo estilo de vida em que a sociedade se encontra. Computadores de inúmeros formatos e tamanhos aliados a softwares que desenvolvem todo tipo de tarefa tem facilitado o acesso à informação.

Atualmente é notório o avançado nível de conhecimento tecnológico por parte dos alunos se comparado ao nível dos professores. E dentro das salas de aula percebemos que o conhecimento tecnológico adquirido pelos educandos é, na maioria das vezes, proporcional a sua falta de concentração.  Fator este decorrente da quantidade de informações que recebemos todos os dias via e-mails, celulares, televisão e vários outros meios, que sobrecarregam o cérebro, afetando a memória de forma significativa.
Percebemos assim, que essas novas tecnologias também influenciam nosso cotidiano de forma negativa, porém as vantagens que essas ferramentas permitem, podem superam suas inconveniências se utilizadas de maneira planejada pelo docente, com objetivos e significados bem definidos.
Um dos benefícios advindos dessa sociedade informatizada foi a utilização das novas tecnologias na educação no combate das Dificuldades no Processo de Aprendizagem – DPA .  As TIC’S (tecnologia de comunicação e informação), servem de auxílio ao estudo e facilitam a aprendizagem trazendo o conhecimento de forma mais estruturada.
A interatividade que um simples computador proporciona, permite ao aluno com DPA a oportunidade de observar com outra perspectiva aquele conteúdo proposto. Saindo da rotina em que estava habituado a estudar, o aluno aumenta seu interesse e receptividade por qualquer conteúdo a ser abordado.
O docente neste sentido deve entender o computador como ferramenta capaz de aperfeiçoar o processo de ensino-aprendizagem. Giraffa(1993) afirma também que :

A utilização do computador fica especialmente justificada se pensado como elemento integrante da comunidade escolar, pela ação pedagógica que ele viabiliza. A simples modernização de técnicas não garante melhorias significativas no processo educativo. O substantivo é a Educação e o modo de viabilizá-la deve estar embasado em fundamentos psico-pedagógicos que explicitem uma certa concepção de ensino e aprendizagem. (GIRAFFA, 1993, p. 3) 
 
Um exemplo interessantíssimo, de acordo com a reportagem do globo repórter do dia 06/09/201, foi utilizado pela professora de informática, Luciana Freire, que ministrava suas aulas na cidade de Olímpia, no interior de São Paulo.
A professora relata que ao empregar um método que consistia na utilização da mão não dominante para o manuseio do mouse, os alunos com dificuldades de aprendizagem tinham uma relevante melhora, inclusive aqueles com Deficiência Intelectual.
Vemos então que esta reabilitação multimídia é um aparato de grande valia para os alunos com DPA´s. Fica claro também a urgência na adaptação dentro do âmbito escolar para a melhor utilização das novas tecnologias. Pois de acordo com Kenski :
As velozes transformações tecnológicas da atualidade impõem novos ritmos e dimensões à tarefa de ensinar e aprender. É preciso que se esteja em permanente estado de aprendizagem e de adaptação ao novo. (KENSKI, 2002). 
Aprender a aprender é e sempre será um processo constante no cotidiano do docente que busca a excelência do ensino.

Por: Lorena Lima Ferraz Carvalho
        Jackeline da Costa Carvalho
Orientadora: profª. Janeth Carvalho da Silva Cardoso

REFERÊNCIAS

KENSKI, Vani M. Em direção a uma ação docente mediada pelas tecnologias digitais. In: BARRETO, R. G. (Org). Tecnologias educacionais e educação a distância: avaliando políticas e práticas. Rio de Janeiro: Quartet, 2002. p. 74-84

GIRAFFA, Lucia M. M. Abracadabra: Ambiente de ensino-aprendizagem computadorizado. SBIE - SIMPÓSIO BRASILEIRO DE INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO, 4. Anais Recife/PE: UFPE,1993.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO

         O mundo tem passado por muitas transformações em um espaço de tempo muito menor do que em épocas anteriores. O advento das novas tecnologias modificou os valores e os costumes das pessoas, sobretudo no âmbito educacional, a forma de pensar e fazer educação. Esse movimento é impulsionado por algo que muitos chamam de globalização. As fronteiras do mundo foram transpostas, limites antigos quebrados, a lógica do mercado e a definição de civilização foram expandidas. A escola como instituição básica da sociedade deve se posicionar pronta a cumprir sua função primordial de promover a formação humana dentro deste contexto.
       Não há dúvidas de que a introdução das tecnologias atuais pode produzir excelente resultados, muito além do imaginado. Porém, não se deve esquecer a importância da instrução sobre o uso produtivo dessa tecnologia por parte dos alunos e professores. Assim, conformeTajra (2008, p.49 ), “o que se espera com a utilização do computador na educação é a realização de aulas mais criativas, motivadoras, dinâmicas e que envolvam os alunos para novas descobertas e aprendizagens.”
          Pois, o que se fala hoje em dia é da dificuldade de utilização destas inovações de forma sistematizada nas escolas brasileiras, cada vez mais os professores são cobrados a realizar uma proposta que integre essas tecnologias. Contudo o que se vê é um despreparo ou oposição a utilização deste material nas relações pedagógicas. Os motivos dessa não utilização são muitos e variados, mas se manifestam de maneiras semelhantes de um contexto para outro. 
      Em se tratando do Brasil ainda estamos na complicada etapa da chamada: inclusão digital. Todo o nosso sistema de ensino ainda está se adequando a chegada dessas novas tecnologias. Mas o cerne do problema, está exatamente na forma como essas inovações serão aplicadas no âmbito de ensino. De acordo com o pensamento de Kenski:

Identificar quais as melhores maneiras de usar as tecnologias para abordar um determinado tema ou projeto especifico ou refletir sobre eles, de maneira a aliar as especificidades do “suporte” pedagógico (do qual não se exclui nem a clássica aula expositiva nem muito menos o livro) ao objetivo maior da qualidade de aprendizagem de seus alunos. (KENSKI, 2010, p. 106)

       O ministério da educação instituiu diretrizes para conduzir esse processo. Contudo, este acaba prejudicado, porque o ideal expresso nas políticas de educação não foi abraçado de fato pela sociedade, incluindo gestores públicos, gestores educacionais e também educadores.
Talvez, o termo correto nem seria este, mas sim um direcionamento oposto ao sentido primordial da prática educativa. A introdução das novas tecnologias no contexto da escola não irá por si só revolucionar a qualidade dos processos educativos. A formação dos professores tem de ultrapassar o simples saber técnico e instrumental. Mas acima de tudo, a experiência de ensino, mediada pelos meios tecnológicos, deve ser algo significativo para a realização do homem, onde o ambiente de aprendizagem é ativo e utilizado por indivíduos em constante interação e construção. Um lugar onde valha à pena estar.

POR: Thales Vinicius de Lima Xavier
      Sérgio Nazareno Alves Pinheiro
Orientadora: profª. Janeth Carvalho da Silva Cardoso

REFERÊNCIAS

KENSKI, Vani Moreira. Educação e Tecnologias: o novo ritmo da educação. 7 ed. Campinas, SP: Papirus, 2010.
TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática na educação. 8 ed. São Paulo: Érica, 2008.
O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO COTIDIANO ESCOLAR


Desde os primórdios o homem busca criar novas tecnologias que facilitem o desenvolvimento das atividades do seu cotidiano. E o avanço destas tecnologias está se tornando cada vez mais rápido, exigindo das pessoas adaptação a esse desenvolvimento tecnológico para que não se tornem marginalizadas diante das oportunidades.
Tendo em vista a incontestável supremacia das novas tecnologias da informação e comunicação na dinâmica atual da sociedade, as pessoas necessitam mais do que nunca de estarem preparadas para lidar com toda esta não tão nova, mas ainda surpreendente modernização.
Em todas as esferas do mundo contemporâneo existem avanços tecnológicos: no lazer, no comércio, na saúde, na segurança, na justiça, na indústria, na educação, etc. em algumas mais e em outras menos. E neste contexto a escola assume um papel de essencial importância, visto que ainda é a instituição melhor concebida para o ensino formal e sistematizado. Espera-se da escola a formação de cidadãos críticos, reflexivos, autônomos, dotados de conhecimentos, habilidades e valores necessários à socialização e às exigências do novo mercado de trabalho.
Considerando-se este novo cenário da sociedade capitalista atual, a escola pública precisa desempenhar um trabalho planejado a fim de proporcionar ao estudante o mínimo de competências necessárias para que ele possa ter igualdade de oportunidade, uma vez que na maioria absoluta dos casos, para os alunos de escola pública – a escola - esta é a mais importante e às vezes a única fonte de conhecimento a que tem acesso.
Este trabalho tem o objetivo de abordar, ainda que brevemente a necessidade de uma atuação mais dirigida da escola pública a fim de implementar em seu currículo a utilização das novas tecnologias de informação e comunicação tanto como meio quanto como fim, de maneira melhor planejada e intencional, bisando a formação globalizada do aluno.

A importância das novas tecnologias de informação e comunicação no cotidiano da escola

O uso das TIC’s tem se tornado cada vez mais rotineiro em nosso dia a dia e na escola isso não pode acontecer diferente, tendo em vista, que é missão da escola proporcionar aos alunos uma formação que seja integral e globalizada, educando-o para se tornar um ser humano ativo, reflexivo e consciente. Dentre as tecnologias atuais a que mais se destaca no âmbito escolar é o computador, desde a criação do primeiro computador comercialmente disponível, no século XIX, o avanço desta tecnologia vem acontecendo em ritmo relativamente acelerado. Nos dias atuais esta máquina possui as mais diversas versões com os mais diferentes programas.
Existem outras modernidades no campo tecnológico que fazem parte da rotina das pessoas que se tornou quase natural, como se sempre tivessem existido. Estar capacitado para lidar com estas novas TIC’s é essencial para fazer parte da competitividade da sociedade capitalista e cada vez mais globalizada da qual fazemos parte. Neste contexto a escola surge com mais uma missão: oferecer competências para que o aluno possa usufruir de maneira crítica e adequada das novas TIC’s. Para tanto, se faz necessário que a própria escola perceba e compreenda quais são os impactos e consequências desta modernização tecnológica no seu próprio ambiente para que com isso assuma de forma voluntária o papel de preparar seu aluno para viver de forma atuante nesta “sociedade da informação”.
É fato que as características do sistema produtivo em que vivemos impossibilitam que haja plena igualdade social, e que quanto menos preparado a indivíduo estiver mais excluído ele será aumentando ainda mais os índices de desigualdade. Neste cenário a educação desponta como mediadora da capacitação deste indivíduo.
Libâneo nos mostra que o papel da escola vai além da transmissão de conteúdos:

No contexto da sociedade contemporânea, a educação pública tem tríplice responsabilidade: ser agente de mudanças, capaz de gerar conhecimentos e desenvolver a ciência e a tecnologia; trabalhar a tradição e os valores nacionais ante a pressão mundial de descaracterização da soberania das nações periféricas; preparar cidadãos capazes de entender o mundo, seu país, sua realidade e de transformá-los positivamente. (LIBÂNEO, OLIVEIRA e TOSCHI, 2012, p. 133).

          Tal afirmação confirma a perspectiva em relação à escola pública, de formar cidadão com competências globalizadas e produtivas. Diante desta nova realidade tecnológica a escola pública necessita repensar sua metodologia de ensino e aprendizagem, pois permanecer tradicional e relutante às mudanças tornará cada vez mais difícil a incorporação desta nova e irreversível realidade.
           
Mesmo com a gradativa implantação das novas tecnologias no ambiente escolar, como o advento dos laboratórios de informática, é preciso que haja uma intencionalidade por parte do grupo escolar no uso destas novas TIC’s. Segundo Tajra, nem toda aula com o uso do computador, por exemplo, significa mudança:

A utilização do computador integrada a softwares educativos não garante uma adequada utilização desta tecnologia como ferramenta pedagógica. O fato de um professor estar utilizando o computador para ministrar aula não significa, necessariamente, que esteja aplicando uma proposta inovadora. Muitas vezes essa aula é tão tradicional quanto uma aula expositiva com a utilização do giz. (TAJRA, 2008, p. 49)

            Esta colocação aponta a essencialidade do planejamento. Este deverá sempre levar em consideração a realidade escolar, ou seja, a necessidade do aluno, o que ele precisa aprender, como se pode fazer essa mediação utilizando apropriadamente estes mecanismos tecnológicos e ainda qual a melhor maneira de avaliar se o objetivo foi concretamente alcançado.
            Ainda segundo Tajra (2008), o uso do computado pode ser definido com base em dois focos: o pedagógico e o social. Na finalidade pedagógica a intenção central é o uso do computador independente da disciplina, ou seja, como suporte facilitador da aula. Já como fim social, o computador seria utilizado para ensinar aos alunos como manuseá-lo de forma segura e consciente. É essencial que ambas as finalidades sejam indissociáveis.
            Portanto, pode-se perceber que não é impossível a adequação da escola à nova realidade das TIC’s, porém convém aceitar que é inevitável a necessidade de uma ação planejada o que requer dedicação e comprometimento por parte do grupo escolar.
            Quando adequadamente utilizadas às novas tecnologias de informação e comunicação podem se tornar uma ferramenta de reforço positivo no aprendizado do aluno gerando o desenvolvimento de habilidades essenciais para os dias hodiernos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Apesar de não se poder negar que a escola pública tem mudado nas últimas décadas na tentativa de acompanhar o desenvolvimento tecnológico, ainda há muito que se galgar até o alcance do ambiente tecnológico escolar ideal.
A escola pública necessita ser melhorada ao que se refere à utilização das TIC’s. É preciso maior investimento por parte dos órgãos responsáveis pela educação no país, bem como a compreensão por parte dos professores da necessidade de se adequar a esta nova ferramenta inovadora e se bem usada, facilitadora.
Não há como descartar a evidência de que a informática faz parte integrante do mundo atual e que os alunos que não tem acesso ao domínio desta tecnologia, provavelmente se tornará marginalizado a todas as oportunidades e provavelmente também deixará de receber outras formas de aprendizado que objetivariam a formação cidadã deste aluno.
Portanto, o educador deve se perceber mediador da aprendizagem do aluno em todos os eixos, inclusive tecnológico; este aprendizado não deve abster-se apenas a um enfoque simplesmente instrumental, isto é, com finalidade social, pois faria a escola tornar-se tecnicista, nem tão pouco puramente pedagógico, visto que geraria insegurança no aluno ao que diz respeito ao uso prático do equipamento. Implica pensar numa propostade educação tecnológica que adote uma perspectiva de formação de cidadãos; pessoas capazes de utilizar as novas tecnologias de forma crítico-reflexiva, ou seja, consciente.

POR: Charlene de Fátima Gomes da Silva;
          Nádilla Azevedo R. dos Anjos.
Orientadora: profª. Janeth Carvalho da Silva Cardoso
         

REFERÊNCIAS

CHAVES, Eduardo O. C. Tecnologia e educação: o futuro da escola na sociedade da informação. São Paulo: Mindware Editora, 1998.
TAJRA, Sanmya Feitosa. Informática e educação: novas ferramentas pedagógicas para o professor na atualidade. São Paulo: Érica, 2008.
LIBÂNEO, José Carlos. OLIVEIRA, João Ferreira de. TOSCHI, MirzaSeabra. Educação escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortez, 2012.

DURÃES, Marina Nunes. Informática e educação – conflitos e necessidades da sala de aula. Artigo científico disponível em:
O USO DAS TECNOLOGIAS NO ÂMBITO EDUCACIONAL

Vivemos em um mundo no qual muitos dizem estar bem à frente do nosso tempo, dizem isso em função das diversas tecnologias presentes em seu cotidiano. Porém no que se refere à questão educacional, a utilização das novas tecnologias, principalmente os computadores, ainda apresenta diversos problemas, entre os quais podemos citar: a falta de preparo dos professores para lidar com as tecnologias; a dificuldade dos alunos em utilizar as tecnologias com reais fins educacionaise a qualidade dos recursos tecnológicosoferecidos às escolas pelos governos.
Embora as questões tecnológicas sejam parte do cotidiano de muitas escolas, a maioria dos professores, principalmente os da rede pública, ainda não estão preparados para lidar com as novos tecnologias. Como cita BELLONI (2003 apud KENSKI, 2004) existem diversos fatores que podem contribuir par esta falta de preparação do docente: “Falta de tempo para realizar formação continuada dentro da jornada de trabalho; formação inicial precária; falta de hábito de autodidatismo e consequente dificuldade de aproveitar o que o próprio programa oferece”. Porém não podemos nos deixar ser levados por essa vertente de pensamento, pois todo bom profissional deve, seja qual for a sua área, cada dia buscar o aperfeiçoamento dos métodos para exercer sua profissão, assim como um médico nunca deixa de estudar, para que a cada dia possa oferecer recursos cada vez mais modernos nas questões relacionadas à área da saúde, o professor também não deve contentar-se apenas com sua formação básica. Visto que ele é o responsável pela base de formação de todas as profissões existentes.
Além das dificuldades enfrentadas pelos professores, também é perceptível os percalços que os alunos (principalmente os das escolas públicas) enfrentam para lidar com as novas tecnologias utilizadas nas escolas. Mesmo que pareça absurdo o que se acaba de citar, mas é real a dificuldade que os alunos tem de lidar com as tecnologias quando as mesmas são direcionadas às questões educacionais. Pode-se conjecturar que esta dificuldade deve-se ao fato de que eles então “acostumados” com a utilização apenas das redes sociais, ou seja, os jovens sentam-se na frente de um computador e a única coisa que sabem fazer é usar a famosa internet, com o único objetivo de acessar as redes sociais, mesmo com todos os recursos que um computador tem a oferecer, os nossos jovens geralmente limitam-se apenas a utilização da internet.
É importante salientar que quando elencamos os problemas relacionados à formação dos professores e às dificuldades dos alunos não estamos excluindo a ação do governo que também tem uma grande parcela de culpa em relação a esse assunto, pois embora o mesmo disponibilize os recursos tecnológicos, na grande maioria das vezes não oferece o suporte necessário para que essas tecnologias sejam utilizadas de maneira correta, a fim de auxiliar o processo de ensino e aprendizagem. Sobre isso Kenski nos diz que:

As escolas não têm verba suficiente para manutenção e atualização permanente dos programas e realização de treinamentos  para todo o pessoal pedagógico e administrativo do estabelecimento. É preciso que verbas cada vez maiores sejam previstas nos orçamentos para esses itens, além da aquisição de novas máquinas e novos programas. (KENSKI, 2004, p. 59)


Tal afirmação indica que é primordial o apoio contínuo do governo na atualização e manutenção das tecnologias instaladas nas escolas, visando um melhor aproveitamento desta TIC’s no processo de ensino-aprendizagem.
É possível perceber que as escolas têm as salas de informática, porém insistem em não deixar que os alunos utilizem as mesmas por receio de que algum computador seja danificado, pois se isso acontecer é certo que haverá grandes dificuldades pra conseguir recursos financeiros para o conserto.

Diante deste cenário o que podemos concluir é que não basta apenas termos os recursos tecnológicos em nossas escolas, é preciso, essencialmente, ter um ambiente propício à formação globalizado dos alunos, para tanta é necessário a capacitação de qualidades para os professores e uma atuação mais eficaz do governo.

POR: Aline Borges da Silva;
          Anne Fonseca de Sousa.
Orientadora: profª. Janeth Carvalho da Silva Cardoso
 
REFERÊNCIAS

KENSKI, Vani Moreira. Erucação e Tecnologias: o novo ritmo da informação. 7 ed. Campinas, SP: Papirus, 2007.